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25/07/2016
Como escolher o melhor regime tributário para abertura de uma empresa

Como definir qual o melhor regime tributário para a abertura de uma empresa ou mesmo para maximizar os resultados de uma empresa que já está em funcionamento, é uma das principais dúvidas dos empresários. “Por se tratar de um assunto complexo, no qual cada regime tributário tem uma série de especificidades e detalhes, o assessoramento de um profissional da contabilidade vai oferecer segurança no momento da escolha”, diz Celso Luft, vice-presidente de Relacionamento com os Profissionais do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS).

Diante das particularidades de cada caso, a análise individual e criteriosa por um profissional contábil é fundamental, diz Luft, mas, também é possível apontar alguns caminhos, em termos gerais, sobre como se pode proceder. O primeiro passo, é a receita anual da empresa. Se o faturamento bruto for inferior a R$ 3,6 milhões, o Simples Nacional pode ser uma boa opção, pois oferece possibilidades de menor tributação, maior facilidade no atendimento das legislações tributária, previdenciária e trabalhista, além de simplificar o pagamento de diversos tributos mediante uma única guia e, ainda, tributar as receitas à medida do recebimento das vendas. Contudo, é preciso verificar se o sistema está disponível para o ramo no qual a empresa atua, por meio de consulta à Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) da principal atividade da firma, e estar atento a alguns pontos não tão positivos.

Além do Simples, o empresário conta, também, com as opções de tributação pelo lucro presumido e pelo lucro real. No caso da opção pelo lucro presumido, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) são calculados com base em uma margem pré-fixada pela legislação, de acordo com a atividade da empresa, e fica dispensado o cálculo do lucro efetivamente auferido na atividade, exceto o derivado de situações específicas, como ganho de capital e lucros com transações financeiras, entre outras. Já no caso de opção pelo regime de tributação pelo lucro real, o IRPJ e a CSLL devem ser calculados com base no lucro efetivamente auferido, e o empresário ainda tem a obrigação de apresentar à Receita Federal diversas declarações e controles que não são exigidos para companhias que optam pelo lucro presumido.

“A escolha do regime tributário deverá ser baseada na avaliação dos prós e contras de cada opção, considerando-se cada empresa no contexto do seu mercado”, afirma Celso Luft. “Desse modo, por meio de um bom planejamento, é possível maximizar resultados do negócio”, finaliza ele.

Fonte: CRCRS


As matérias aqui apresentadas são retiradas
da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.
 

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